sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

PORQUE HÁ ESPERANÇA...

PORQUE HÁ ESPERANÇA

"Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos." Jó 14:7

Pensamento: As situações adversas vêm como vento contrário em nossas vidas, fazendo muitas vezes com que percamos as esperanças, e até desacreditemos nas promessas do Senhor, mas se estivermos com nossas raízes firmes na palavra de Deus, passaremos pelas tempestades !!! Podemos perder as folhas, galhos, e até o tronco, mas o segredo está na raiz. Onde estamos arraigados ??? Se nossas raízes estão no Senhor, então HÁ ESPERANÇA PARA NÓS.

Oração: Pai querido, que nós sejamos como arvores plantadas junto a ribeiros de águas, que possamos estar arraigados no Senhor e na tua palavra, que não sejamos somente ouvintes mas também praticantes da tua verdade, ajuda-nos a confiar no Senhor quando os ventos parecem que vão nos derrubar. Senhor nossa esperança está em Ti, oramos em nome do Senhor Jesus Cristo, autor e consumador da nossa fé !!! Amém !!!
.................................................
Blog Jerusalém É Aqui 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ENTRAI PELA PORTA ESTREITA.

ENTRAI PELA PORTA ESTREITA

"Entrai pela porta estreita (larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitosos que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela." Mateus 7:13-14

Pensamento: Em varios momentos de nossas vidas nos deparamos com situações desagradavéis. Fazemos tudo certo e percebemos que o resultado é negativo. Principalmente quando estamos seguindo o caminho de Deus e observamos que esse caminho é cheio de desafios, provações e dedicações. Irmãos o caminho que nós leva até Deus é estreito, mas a vida é eterna, é a recompensa que o nosso Senhor Jesus Cristo dará para todos que nesse caminho seguir.

Oração: Senhor nosso salvador, que o Senhor possa sempre nos mostrar o teu caminho, o caminho estreito pelo qual devemos seguir, não deixe que peguemos o caminho largo, pois este caminho Senhor é o caminho do mundo, o caminho onde vivem as pessoas ímpias e sem o Seu temor. Senhor dai-nos sabedoria para discernimos, imediatamente o caminho certo, para que possamos viver como verdadeiros servos de Deus. Eu oro e te agradeço, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo, amém.
........................................
Blog Jerusalém É Aqui.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

O SENHOR É O MEU PASTOR

O SENHOR É O MEU PASTOR

"O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome." Salmos 23:1-3

Pensamento: Verdes pastos, águas tranqüilas, refrigério para a alma, como isso soa bem, como Deus é bom. Quando chegamos ao ponto que não conseguimos continuar, o poder sobrenatural de Deus nos dá a força necessária para prosseguir. Quando estamos numa luta difícil, a graça do Senhor nos alcança e nos sustenta para continuarmos em direção à vitória.

Oração: Pai bondoso, obrigado porque o Senhor cuida do seu rebanho e nada nos faltará. Obrigado porque quando estamos em meio a batalha, o Senhor nos faz voar como águia Obrigado porque o Senhor é o meu pastor, e além disso, é a Rocha da minha vitória! Amém.
..........................................

BLOG JERUSALÉM É AQUI.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

CANTAREI AO SENHOR...

CANTAREI AO SENHOR ...

"Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu tiver existência." Salmos 104:33

Pensamento: Estamos sempre pedindo e pedindo, mas será que temos lembrado de louvar ao Senhor ??? Queremos sempre ouvir uma palavra de incentivo, uma palavra de amor, que nos conforte em meio a tantas lutas, porque estamos sempre olhando para as circunstâncias, e não percebemos quanta coisa o Senhor já fez... Sua graça e o Seu amor derramado por nós, deve ser motivo constante de gratidão, e motivo para que sejamos verdadeiros adoradores do Senhor. Portanto, cantemos louvores ao nosso Deus !!! Vamos adorá-lo !!! Pois digno És, de toda a nossa adoração e todo o nosso amor !!!

Oração: Pai querido, eu Te louvo, eu Te adoro, eu Te amo, Tu és meu Pai, Tu és meu amigo, Tu és a única e verdadeira razão da minha felicidade, é maravilhoso poder ser amado por Ti, quero viver a eternidade contigo, derrama do Teu espirito sobre a minha vida, uma porção dobrada, uma boa medida, recalcada e transbordante, quero estar sempre cheio para adorar ao Senhor... Obrigado por tudo... Em nome de Jesus. Amém
........................................
Blog Jerusalém É Aqui.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

COMO PASTOR ELE APASCENTARÁ

COMO O PASTOR ELE APASCENTARÁ...

"Como pastor ele apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seu regaço..." Isaías 40:11

Pensamento: As mãos de Jesus são graciosamente meigas para acariciar o teu rosto. São mãos limpas para enxugar as tuas lágrimas. Suas mãos são fortes para te segurar e amparar. Mãos poderosas para te livrar e curar as feridas. Mãos grandiosas para te abraçar. Mãos presentes para te conduzir e orientar. Mãos estendidas para te acolher e amar. Mãos cicatrizadas.

Oração: Pai querido o Senhor é meu pastor e em ti eu posso descansar. Obrigado pelo Seu maravilhoso, infinito e inexplicável amor. Obrigado porque o Senhor têm sido o socorro bem presente nas horas difíceis. Eu oro e agradeço em nome de Jesus. Amém.
.......................................
Blog Jeusalém É Aqui.

domingo, 13 de dezembro de 2015

ANDA NA MINHA PRESENÇA

ANDA NA MINHA PRESENÇA
PR. ALEJANDRO BULLÓN
     "O texto bíblico para a mensagem de hoje está no livro de Gênesis 22:1 e 2: "Depois dessas cousas pôs Deus Abraão à prova e lhe disse: Abraão. Este lhe respondeu: Eis-me aqui. Acrescentou Deus: Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei."
Esta é a história da grande provação de Abraão. Ao longo da jornada, desde a terra de seus pais, até a terra que Deus lhe mostrou, o Senhor foi preparando a Abraão para o grande momento. O processo educativo de Abraão envolveu escorregões, momentos dramáticos, tristes, momentos em que ele sentiu que nunca conseguiria alcançar o ideal e Deus!
Meu amigo, na Bíblia achamos histórias maravilhosas de homens como Enoque, em cuja vida não há registro de quedas, e que finalmente, foi trasladado vivo para os Céus. Mas enquanto carregarmos a natureza pecaminosa que trazemos conosco desde o dia em que nascemos muitas vezes seremos tentados, enganados e cairemos. Agora, o erro não deveria servir para desanimar-nos, afundar-nos, ou criar em nós o complexo de derrota e de conformismo. Erros não são para serem explicados, mas para serem aceitos, reconhecidos, assimilados e colocados em nossa experiência como parte do processo educativo. Não tenha medo de errar, mas tenha pavor de permanecer no mesmo erro. Não tenha medo de escorregar, mas tenha pavor de continuar escorregando sempre no mesmo ponto.
     Abraão teve erros, quedas, momentos de solidão e desespero, mas agarrou-se ao Pai, andou com Deus e aos noventa e nove anos Deus Se apresentou e lhe disse: "...anda na minha presença, e sê perfeito." (Gênesis 17:1)
Deus lhe entregou o segredo de uma vida vitoriosa: "Anda comigo e sê perfeito." Deus o estava preparando para o grande momento da provação. Anos depois, Deus Se apresenta e diz: "...Toma teu filho, teu único filho... vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto..." (Gênesis 22:2)
O texto de hoje nos traz três grandes lições. A primeira delas é o compromisso do Pai e do Filho no processo da salvação. Geralmente quando pensamos na salvação, pensamos que o Pai é intransigente, castigador e implacável, e o Filho é perdoador, intercessor e bonzinho. O Pai, pensamos, é o justiceiro que tem uma lei e pune o desobediente. O Filho é aquele que ama, que veio morrer em lugar do homem e apresenta o Seu sacrifício diante do Pai. Esta é a idéia errada que muitas vezes temos: Jesus é o bom e, o Pai, é o Deus zangado esperando que o ser humano pague pelo erro que cometeu. Mas a primeira lição do texto que acabo de ler é o compromisso do Pai e do Filho, juntos, no processo da salvação. Pergunto, quem sofreu mais, na montanha do Calvário, o Filho que estava morrendo ou o Pai que não podia fazer nada para poupar o sofrimento do Filho?
Nunca vou esquecer a cena dolorosa de um pai abraçando o cadáver de seu filho, morto num trágico acidente. O pai dizia: "Oh, filho, por que teve que ser você? Ah, se eu pudesse dar minha vida em substituição à sua. Eu já vivi tudo que tinha direito, você só tem vinte anos. Ah, filho, por que Deus não aceita que eu morra em seu lugar?" Você tem um filho? Daria a vida por ele? Imagine seu filho se afogando no mar e você incapaz de fazer alguma coisa para salvá-lo. Conheço histórias de pais que morreram afogados para salvar seus filhos. De pais que morreram atropelados depois de empurrarem seu filhos para salvá-los da morte. O filho salvou-se e o pai morreu. Mas na montanha do Calvário, havia um pacto de amor e em nossa mente, pensamos às vezes, inconscientemente, que a pessoa da divindade que mais nos amou foi o Filho que veio e deu Sua vida por nós. Mas hoje quero convidá-lo a pensar um pouco no Pai que no pacto eterno do processo de salvação assumiu o papel mais doloroso: ver o Filho morrendo e não poder fazer nada.
     Na grande provação de Abraão, Deus estava preparando o profeta para ser o Pai da Fé, a inspiração para os cristãos de todos os tempos. Abraão precisava viver o momento doloroso que o Pai viveu no Calvário. Por isso Deus lhe disse: "...Toma teu filho, teu único filho... vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto..." (Gênesis 22:2)
Imagine Abraão na manhã seguinte arrumando a lenha, despertando o filho para iniciar a jornada, chamando os servos para acompanhá-lo. Imagine três dias de caminhada subindo o monte, sem poder falar nada para o filho. Imagine-o vendo o filho na flor da vida, caminhando rumo a morte. Imagine-o chegando ao topo da montanha. O filho pergunta: "Pai... eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro...?" (Gênesis 22:7)
Imagine Abraão ter que dizer: "Filho, você é o sacrifício." Naquele momento, Abraão estava simbolizando o Pai e Isaque simbolizava o Filho, que voluntariamente se colocou sobre o altar.
     "Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha, muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca." (Isaías 53:7)
     Pergunto novamente: quem sofria mais? O Filho ou o Pai? O preço que o Pai teve que pagar para salvar o homem foi muito grande. É por isso que hoje, Pai, Filho e Espírito Santo, sofrem. Eles têm a capacidade de ver a história da sua vida, seus fracassos, suas derrotas, suas promessas não cumpridas. Sabe por que Jesus morreu na cruz do Calvário? Não foi a lança que furou Seu peito, nem o sangue que caiu de Sua fronte; foi o sofrimento. Seu coração não suportou. Explodiu de dor, sabe por quê? Porque lá da cruz Jesus já olhava para nós e perguntava: "Filho, estou fazendo tudo para salvá-lo e você está se perdendo. Diga-me que mais você quer que Eu faça? Estou dando o máximo que posso dar, neste momento carrego em Mim todos os pecados da humanidade e, de repente, vejo uma cortina entre meu Pai e Eu. Não consigo enxergá-Lo e apesar disso tudo você está se perdendo. Diga-me, que mais quer que Eu faça?"
Agora imagine o Pai, vendo Seu Filho amarrado pela humanidade, cercado de sombras, clamando: "...Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27:46)
Em outras palavras ele está dizendo: "Pai, meu Pai, por que estás me abandonando?" Imagine o Pai olhando para o Filho e dizendo: "Filho, Eu não Te abandonei, estou comprometido com você na salvação do ser humano, Eu estou aqui. O problema é que neste momento a Sua humanidade O impede de enxergar." Ah, querido, imagine a divindade, Pai e Filho, divididos por uma cortina de sofrimento, dor e pecado, imagine o preço que custou nossa salvação, imagine quanto somos importantes para Deus.
     É por isso que você não tem o direito de sentir que não vale nada. A consciência pode dizer que você não vale nada, porque está vivendo uma vida completamente distante de Deus, mas se você não valesse nada, a Divindade não teria vivido aquele momento terrível de separação entre Pai e Filho, Ambos comprometidos num pacto maravilhoso de amor pelo homem, ambos vivendo o momento mais dramático do Universo. Ah, se você não valesse nada, teria acontecido isso? Nunca! Aí está escrita a história de amor de Deus pela humanidade. E se Abraão tinha que ser o Pai da Fé, teria que viver a experiência do Monte Moriá. Por isso Deus lhe disse: "...Toma teu filho, teu único filho... vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto..." (Gênesis 22:2).
     O segundo pensamento da mensagem de hoje é o seguinte: Abraão era o Pai da Fé, e fé, envolve obediência. Não existe fé autêntica sem obediência. Uma das coisas que muitos cristãos não estão conseguindo enxergar é isto. Fé e obediência são duas coisas inseparáveis. Fé não é somente louvor. Ela envolve também obediência absoluta e completa. Mesmo que, o que Deus pedir, seja aparentemente incompreensível.
O mundo cristão divide-se em dois grandes grupos. Mas há um terceiro grupo, para onde Deus está querendo levar Seus filhos. Há muitos cristãos que acham que têm que obedecer para salvar-se. Estes obedecem pensando que a salvação será o diploma que Deus vai lhes dar porque obedeceram. Muitos cristãos sinceros e honestos, com a Bíblia aberta, acreditam que têm que obedecer para poder ser salvos. Ah, queridos, eu lamento muito dizer que isso é uma heresia. A Bíblia não ensina que você tem que obedecer para salvar-se. Mas o inimigo, está levando muitos cristãos sinceros a pensarem que tem que obedecer para se salvar.
     Agora, quando o inimigo não pode manter os cristãos neste lado, os leva para o outro extremo que é o seguinte: "Eu me salvo unicamente pela fé." E isso está correto. Isso é bíblico. Eu me salvo somente pela graça de Cristo, isso é bíblico, é isso que os escritores bíblicos ensinam. Mas não é completo. É bíblico, mas não é completo. Sou salvo pela fé, correto? Então agora não preciso mais obedecer? Não preciso cumprir mandamentos nem guardar a Lei de Deus?
     Meu amigo, fé envolve obediência. Obediência a quê? À vontade de Deus. Expressa onde? Em Sua Palavra eterna. Veja o que diz Isaías 40:8: "Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente."
Fé envolve obediência à Sua Palavra. A fé não me autoriza a criar um tipo de vida cristã que se acomode à minha maneira de pensar. A fé, pelo contrário, me constrange a submeter minha vontade à vontade maior de Deus expressa em Sua Palavra. O inimigo fará de tudo para levar os cristãos a este lado: tenho que obedecer para me salvar ou então ao outro lado: Sou salvo pela fé em Cristo e não preciso obedecer.
     Mas Jesus está querendo levar Seu povo a um terceiro lugar: Sou salvo pela fé em Cristo unicamente, a minha obediência não vale nada para salvação. A salvação é unicamente pela fé em Cristo, mas agora que estou salvo me deleitarei em fazer a vontade de meu Deus registrada na Sua Palavra: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos." (João 14:15)
     Percebe o que este verso diz? "Se me amais, guardareis os meus mandamentos, agora, se não me amais, então não quero nada de você." Há muita gente desesperada em obedecer, em guardar, em cumprir, mas não tem uma experiência de amor com Cristo. Jesus não quer isso! Existem outras pessoas que estão preocupadas em amar, amar, amar, mas não querem obedecer a Deus. Jesus também não quer isso. Fé envolve obediência. O amor leva à obediência. Sabe por quê? Porque aquele que ama, o que mais quer é ver a pessoa amada feliz.
     Pergunto: você tem certeza que ama a Jesus? Já entregou seu coração a Ele? Tem certeza que já entendeu o que aconteceu na montanha do Calvário quando o Pai e o Filho se comprometeram para salvar o homem? Você tem segurança dos seus sentimentos para com Deus? Está disposto a renunciar qualquer coisa por amor a esse Deus que você diz amar? "...Toma teu filho, teu único filho... vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holoucausto." (Gênesis 22:2)
     Se Deus dissesse isso a você, você o faria? A sua fé o leva a esse tipo de obediência? Se sua fé não é capaz de obedecer em coisas simples, como então seria capaz de sacrificar seu filho, seu único filho?
     O terceiro pensamento da mensagem de hoje, nos leva ao topo da montanha de Moriá. Lá estava o altar. Lá estava Abraão e a faca na mão. Até aquele momento, Abraão, o Pai da Fé, carregava em seu coração a esperança de que Deus lhe diria: "Abraão, pára!" Aliás, desde que saíra de casa, Abraão orava e orava em seu coração e dizia: "Senhor, eu sei que Tu me pediste isto, mas por favor, ajuda-me, mostra-me outro caminho, peça para que eu faça outra coisa, mas por favor, não me peças isto." Passou um dia, nada! Passaram dois dias, nada! Ao terceiro dia avistou a montanha. Deixou os servos no caminho. Pegou o filho e a lenha e continuaram a caminhada. A todo momento Abraão ainda tinha esperança de que Deus intervisse. Mas chegaram à montanha e nada! Abriu o coração ao filho, e nada! Colocou o filho sobre o altar e nada! Levantou a mão e nada!
     Ah, querido, esse é o caminho do cristão. Quando Abraão pensou que chegara o momento fatal, quando já não via esperanças humanas, quando todas as suas esperanças estavam esgotadas, sua fé iria até o fim, até a obediência final, até a morte do seu único filho. Mas, quando sua mão estava para cair, o Anjo do Senhor bradou: "Abraão, pára! Eu queria saber até onde ia chegar a tua fé." Abraão tinha andado durante três dias e nada de salvamento! Foi no momento fatal, no segundo final que o milagre aconteceu. Assim é a vida do cristão.
     Quem sabe, você é alguém que está orando há muito tempo por um milagre. Espere um pouco. No segundo fatal, quando você achar que sua empresa faliu, quando você achar que já não tem mais nada a fazer, que chegou a morte, que está tudo perdido, que não há mais esperanças, quando, como ser humano, você olhar para todos os lados e não vir saída, aí a voz de Deus aparecerá e dirá: "Filho, até aqui. Eu queria saber até onde você chegaria."
     De repente, Abraão olhou para todos os lados e lá, no meio do mato, estava um cordeiro. O Cordeiro sempre foi a saída para o problema humano. O Cordeiro sempre foi a resposta quando tudo está perdido. Quando não há esperança, quando não há saída, quando não há luz, quando prometemos, prometemos e não conseguimos. Quando tudo que merecemos é a morte, então sempre aparece o Cordeiro.
     Ah, querido, para entender quanto vale o Cordeiro, às vezes temos que chegar ao momento fatal da vida. Por que quando há saúde, para quê Jesus? Quando há um bom saldo bancário, para quê Jesus? Quando há um bom emprego, para quê Jesus? Quando a família está toda unida, para quê Jesus? Quando há sol, quando há chuva no tempo oportuno, para quê Jesus? Mas quando chega o momento extremo da vida, quando não temos para onde ir, então sim, quase sempre nos lembramos de Deus como último recurso.
    Quando eu era jovem, tinha um professor universitário que era ateu. Não cria em Deus. Ridicularizava nossa família, ria de nós, da nossa fé, da nossa "ingenuidade" de crer nesses negócios antigüíssimos da Bíblia. Ele era um homem que estava por cima de toda a "ingenuidade" dos crentes. Orgulhoso e soberbo. Professor universitário e ateu. Não crer em Deus era "status" para ele. Mas, em 1970, um terremoto, matou duzentas mil pessoas em meu país. No dia do início da Copa do Mundo, realizada no México, um domingo à tarde, a terra tremeu e duzentas mil pessoas morreram. Eu estava em casa, nesse domingo e quando a terra tremeu, corri para fora e a quem encontro no meio da rua, ajoelhado, clamando pela misericórdia divina? O professor ateu. Claro! Quando a terra treme, quando a terra se abre e começa a engolir as pessoas, quando os prédios balançam e as forças da natureza se manifestam, de que vale o ateísmo? Para que serve a incredulidade? Aonde vai o racionalismo? É muito fácil ser ateu quando tudo vai bem. É muito fácil não crer em Deus quando se tem um céu estrelado e azul. Mas espera a terra tremer e o momento fatal da vida chegar! Espera ter um câncer e a ciência médica dizer que não há mais remédio pra você. Espera passar noites e noites gritando de dor para ver quanto vale o ateísmo. Aí estará o Cordeiro sempre como último recurso. Quando tudo está perdido, quando não há mais esperança, aí estará Jesus, Ele é a saída, Ele estará sempre mostrando o caminho. Na vida espiritual também é assim. Você, às vezes, tem que chegar ao fundo do poço para lembrar que precisa de Jesus, tem que chegar ao fundo da miséria, da impotência, da desgraça para lembrar que precisa de Jesus. Estou falando para um casal, cujo casamento está aos pedaços, não vê saída? Para um filho que sente-se amarrado à promiscuidade, droga, cigarro, sexo, álcool, homossexualismo e não vê uma saída? Tem vergonha de louvar o nome de Deus porque seu coração está manchado pelo pecado? Não tem esperança? Olhe para Jesus. Ele sempre É a saída. Ele É a liberdade, É a vida plena.
      Abra seu coração a Jesus neste momento.

      ORAÇÃO
     Pai querido, obrigado porque no Calvário esteve a expressão plena de Teu amor por nós. Em nome de Jesus, Amém.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ESTUDO TEOLÓGICO Nº 28

    Estudo do Livro Fundamentos da Fé Cristã  Nº 28
    Um manual de Teologia ao alcance de todos.
    Autor: James Montgomery Boice
    Postado por: Erleu Fernandes da Cruz
   
    CAPÍTULO 17 – VERIFICANDO A RESSURREIÇÃO.
     
     Se todas as afirmações do capítulo anterior a respeito da ressurreição de Jesus forem verdadeiras, podemos dizer, sem dúvida, que o mundo jamais ouviu notícias melhores do que essas. Mas perguntamos: “É possível acreditar em notícias tão boas assim”? Essa questão conduz a uma investigação mais minuciosa sobre as evidências da ressurreição.
     Alguns teólogos modernos sustentam a teoria de que não temos nenhuma necessidade de buscar evidências históricas para provar a veracidade seja da ressurreição de Jesus ou de qualquer outra questão relacionada à crença cristã. Para eles, essas coisas deveriam ser autenticadas apenas pela lógica da fé.
     Por um lado isso não deixa de ser verdade. Os cristão sabem que sua fé não se baseia na habilidade de provar ou não a exatidão do que é narrado na Bíblia, mas sim na atividade sobrenatural do Espírito Santo, que é o responsável por levá-los a crer.
     Entretanto, muitas pessoas alcançam a fé por meios de várias evidências acerca da ressurreição, sobre as quais se assentam a substância e a forma da crença cristã. Sem considerá-las, nossa experiência em relação a Cristo poderiam ser místicas ou mesmo completamente erradas.
     Independente do que afirmam, temos todo direito de investigar as evidências, visto que a própria Bíblia fala de muitas e infalíveis provas da ressurreição (At 1:3). Queremos analisar seis delas nesse capítulo.
          AS NARRATIVAS DA RESSURREIÇÃO.
     As narrativas sobre a ressurreição são a primeira evidência importante de que Jesus Cristo, de fato, venceu a morte. Existem quatro delas, uma em cada evangelho. Embora mais ou menos independentes, elas são harmoniosas, o que sugere sua credibilidade como documentos históricos.
     O caráter independente das descrições é evidente devido as consideráveis variações de detalhes apresentadas por cada autor. Essa suposição de informação é natural simplesmente porque, na época em que os Evangelhos estavam sendo escritos, diversos relatos desses acontecimentos circulavam em toda a Igreja cristã. Pode ser, por meio de uma linguagem aparentemente idêntica, um relato ou outro tenha sido feito por pessoas diferentes. Contudo, tornou-se óbvio que os quatro autores não se reuniram nem conspiraram para inventar história da ressurreição de Cristo.
     Se tivessem sentados juntos para escrever um relato fictício acerca da vitória de Jesus sobre a morte, planejando, então, os detalhes de sua história, haveria muito mais concordância de opinião do que as que encontramos, não existindo, portanto, muitas aparências entre os Evangelhos. Ainda assim, se a história não fosse verdadeira e eles, separadamente, tivessem inventado seus relatos, seria impossível encontrar a concordância essencial que há entre os textos. Em outras palavras, a natureza das narrativas é o que esperaríamos de quatro relatos individuais e distintos, produzidos por testemunhas oculares, tratando do mesmo tema.
     Aqui estão dois exemplos do que, até então, foi afirmado. Primeiro, existe a variedade de declarações sobre o momento em que as mulheres chegaram ao túmulo. Mateus disse que foi no fim do sábado, quando já despontava os primeiro dia da semana (Mt 28:1). Marcos, por sua vez, afirmou que foi no primeiro dia da semana [...] de manhã, ao nascer do sol (Mc 16:2). Lucas contou que foi no primeiro dia da semana, muito de madrugada (Lc 24:1). Enquanto João ressaltou que era de madrugada, sendo ainda escuro (Jo 20:1). Se tivessem fazendo esses relatos juntos, esse seria o tipo de informação que os autores teriam padronizado.
     Ao contrário do que parece, não existe uma contradição de verdade. Por outro lado, embora João tenha dito que estava ainda escuro, não necessariamente devemos entender que estava um breu. Ao lermos a próxima frase, percebemos que ele contou que Maria Madalena viu a pedra tirada do sepulcro. Aparentemente, as mulheres partiram quando ainda estava escuro, mas chegaram ao jardim quando o dia estava clareando.
     Um exemplo dessa variação de detalhes é a listagem das mulheres que fizeram a primeira visita ao jardim. Mateus diz que eram duas Marias, Maria Madalena e a outra (Mt 28:1). Marcos, por sua vez, escreveu: Maria Madalena, Salomé e Maria mãe de Tiago (Mc 16:1). Lucas referiu-se a Maria Madalena, Joana, e Maria, mãe de Tiago, e as outras que com elas estavam (Lc 24:10). Enquanto João mencionou apenas Maria Madalena (Jo 20:1).
     Na verdade, um texto complementa os outros. Marcos e Lucas, por exemplo, explicou que era a outra Maria que Mateus havia mencionado. Quando colocamos todos os relatos jutos, descobrimos que, naquela primeira manhã de Páscoa, quando ainda estava escuro, pelo menos cinco mulheres se dirigiram para o túmulo: Maria Madalena (que é mencionada por cada um dos escritores), Maria mãe de Tiago, Salomé, e pelo menos mais outra mulher, ainda sem nome, a qual se encaixa na referência de Lucas à outra mulher, que inclui Salomé.
     O propósito da viagem dessas mulheres era ungir o corpo de Cristo. Elas já sabiam da dificuldades que enfrentariam, já que o túmulo havia sido selado por uma grande pedra, e elas não tinham a menor ideia de como removê-la. A medida que caminhavam, o dia começou a clarear, até que, finalmente, puderam aproximar-se do túmulo, vendo, então, que a pedra tinha sido removida.
     Embora a remoção da pedra facilitasse a realização do propósito daqueles mulheres, elas ficaram preocupadas, sem saber o que fazer, visto que não estavam esperando por isso. Segundo relatam, elas enviaram Maria Madalena de volta, com a missão de contar o novo acontecimento a Pedro e João, fato que o próprio João registra, embora não mencionando a presença de outras mulheres (Jo 20:2). Enquanto esperavam o retorno de Maria Madalena, o dia ficou claro e, encorajadas pela  alvorada, seguiram em frente. Viram, então, o anjo que lhes revelou a ressurreição de Jesus, enviando-as, depois, à cidade, a fim de informar aos outros discípulos acerca do que havia acontecido (Mt 28:5-7); Mc 16:5-7; Lc 24:4-7).
     Nesse meio tempo, Maria Madalena encontrou Pedro e João, que, imediatamente, deixaram-na para trás, correndo para o túmulo, João registrou ter visto os panos que evolveram o corpo de Jesus jogados no chão, recordando ter sido este o momento que, pessoalmente, creu na ressurreição do Senhor (Jo 20:3-9). Por fim, Maria Madalena retornou ao túmulo, tornando a primeira mulher a ver Jesus ressurreto (Jo 20:11-18, compare com Mc 16:9).
     No mesmo dia, Jesus apareceu também às outras mulheres, quando elas estavam retornando do túmulo, bem como a Pedro, aos discípulos a caminho de Emaús e aos outros que estavam reunidos naquela noite, em Jerusalém.
     Dois outros fatores também sugerem a precisão histórica dos Evangelhos. O primeiro é que o texto deixa alguns problema para o leitor que teriam sido eliminados se esses fossem fictícios. Por exemplo, os autores não tentaram esconder o problema reincidente de os discípulos nem sempre terem reconhecidos Jesus em suas aparições depois da crucificação. Maria não o reconheceu no jardim (Jô 20:14). Os discípulos a caminho de Emaús não sabiam quem Ele era (Lc 24:16).
     Mesmo um tempo depois, quando Cristo apareceu a muitos dos discípulos na Galiléia, nos foi dito que alguns duvidaram (Mt 28:17). Se o objetivo dos autores era persuadir o leitor, incluir tais detalhes foi uma decisão tola. O cético, ao ler tais relatos dirá: “É obvio que os discípulos não reconheceram Jesus porque, na verdade, tratava-se de outra pessoa. Apenas os ingênuos creram, porque quiseram acreditar, eles se autoiludiram”.
     Independente do que possa ser dito para reforçar esse argumento, o ponto é que tais problemas permaneceram na narrativa porque foi assim que, de fato, as coisas aconteceram. Conseqüentemente, eles servem, no mínimo, como forte evidência da honestidade dos autores dos relatos.
     Outro exemplo de declarações que, mesmo comprometedoras, não foram tiradas dos textos bíblicos é o pedido de Cristo para que Maria não o detivesse porque ele ainda não tinha subido para o Pai (Jo 20:17). Apesar disso, Mateus escreveu que: Quando Jesus apareceu às demais mulheres, provavelmente pouco depois de Sua aparição à Maria, elas abraçaram os seus pés e o adoraram (Mt 28:9).
     Em toda a história da Igreja cristã, ninguém explicou, de maneira totalmente convincente, essa anormalidade. Contudo, apesar disso, esses fatos não foram excluídos dos Evangelhos simplesmente porque, independente de qualquer coisa, os autores estavam compromissados com a verdade.
     Por fim, a simplicidade dos relatos, evidenciada na exatidão dos mesmos, é mais uma prova de sua veracidade. Se fôssemos escrever sobre a ressurreição de Cristo e Suas aparições após esta, será que resistiríamos à vontade descrever o processo em detalhes: a decida do anjo, a remoção da pedra, ou o aparecimento do Senhor dentro dos recantos do túmulo? Poderíamos resistir ao desejo de contar como Ele apareceu a Pilatos e o confundiu? Ou como apareceu a Caifás e aos outros membros do Sinédrio judaico?
     O vário evangelhos apócrifos (o evangelho segundo Hebreus, o evangelho de Pedro, os Atos dos Apóstolos e outros) contêm esses elementos. Ainda assim, os autores dos Evangelho não incluíram nenhum deles, quer pelo fato de não terem realmente acontecido, quer por não serem testemunhados. Os evangelhos não descrevem a ressurreição porque, na verdade, ninguém realmente a testemunhou. Os livros teriam, sem dúvida, vendido mais, mas todos os discípulos chegaram ao túmulo depois que Jesus já tinha ressuscitado.
                      O TÚMULO VAZIO

     Uma segunda grande evidência para a ressurreição de Jesus Cristo é o túmulo vazio. Seria possível dizer que Ele não ressuscitou, mas dificilmente daria para negar que o túmulo estava vazio. Os discípulos começaram a pregar pela ressurreição logo após a crucificação e o enterro de Cristo, num momento em que aqueles a quem eles pregavam podiam, simplesmente, caminhar até o túmulo e ver se o corpo do Senhor ainda estava lá ou não.
     O túmulo vazio tinha um argumento formidável para provar a ressurreição de Jesus que suscitou, nos incrédulos, a necessidade de inventar uma série de teorias para desacreditá-lo. Uma delas é afirmar que as mulheres, e depois os discípulos, em vez de seguirem para o túmulo de Cristo, foram para outro lugar. É concebível que, na escuridão, as mulheres pudessem ter cometido esse erro. Mas, como já vimos, não estava totalmente escuro e, alem disso, elas tinham ido lá mais cedo, estando, dessa forma familiarizadas com o ambiente. Sem mencionar que não é possível que João, Pedro e, então, todos os outros discípulos pudessem cometer o mesmo erro.
     Outra teoria é chamada teoria do desfalecimento. De acordo com esse ponto de vista, Jesus não morreu na cruz, mas apenas desfaleceu, tendo sido dado como morto e, então, enterrado vivo. Na fria tumba, ele acordou, moveu a pedra e saiu para aparecer como se estivesse ressuscitado.
     Entretanto, essa explicação apresenta inúmeros problemas. Para começar, é difícil acreditar que um guarda romano, incumbidos de uma execução, pudesse ser enganado dessa maneira; ou a lança que perfurou o lado de Cristo não o tivesse matado, mesmo estando Ele desfalecido; ou ainda, que Jesus, fraco, quase morrendo, pudesse ter força suficiente para remover a pedra e dominar os guardas romanos. Além disso, seria preciso supor que Cristo, nessa condições, pudesse convencer Seus discípulos de que tivesse vencido a morte.
     Por fim, existem as teorias de que alguém roubou ou simplesmente removeu o corpo. Mas quem? Certamente não foram os discípulos, já que, se o tivessem feito, não estariam, mais tarde, dispostos a morrer pelo que saberiam ser uma invenção.
     Também não faria sentido que as autoridades romanas e judaica tivessem levado o corpo. Poderíamos imaginar que elas pudessem tê-lo removido, inicialmente, para guardá-lo de maneira mais apropriada, pelas mesmas razões que selaram o túmulo e afixaram um aviso:
“Lembramo-nos que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias, ressuscitarei. Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até o terceiro dia: não se dê o caso que os seus discípulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dos mortos; e assim o último erro será pior que o primeiro” (Mateus 27:63,64).
     Se tivesse acontecido assim, as autoridades teriam apresentado o corpo de Jesus mais tarde, quando os discípulos começaram a sua pregação, visto que, por odiarem o Evangelho, fizeram tudo o que podiam para conter sua disseminação. Prenderam os apóstolos, fizeram ameaças e até mataram alguns deles.
     Nada disso seria sido necessário se os que estavam no poder, na época, pudessem ter apresentado o corpo de Cristo depois dos três dias de prazo que Ele dera para ressuscitar. A razão óbvia pela qual não o fizeram foi que não podiam fazê-lo. O túmulo estava vazio. O corpo não estava mais lá.
.....................................................
      
     Continuaremos este capítulo 17: VERIFICANDO A RESSURREIÇÃO na próxima postagem com o título: UM TÚMULO QUASE VAZIO
....................................................
     
     Tenham fé em Deus, confiem em suas promessas; orem em cada dia, principalmente agradecendo por ser o que são e por terem o que tem; pois tudo foi, e é, presentes de Deus. Deus vos abençoe.